o teste que a maioria dos escritórios reprovaria
Imagine o cenário: um auditor chega ao escritório e pede os registros de acesso aos sistemas dos últimos 90 dias. Quem acessou o quê, quando, de qual IP, com qual nível de permissão. Você tem essa informação organizada e pronta para apresentar?
Na maioria dos escritórios, a resposta é não. Os acessos acontecem de forma dispersa, nenhum registro centralizado é mantido e, quando surge a necessidade de auditoria, começa uma corrida para reconstruir manualmente o que aconteceu.
o que a lei exige
A LGPD, o Marco Civil da Internet e regulamentações setoriais exigem que organizações mantenham registros de acesso a dados pessoais. Para escritórios de advocacia e contabilidade, essa exigência é particularmente relevante dado o volume de dados sensíveis tratados diariamente.
o que um sistema centralizado entrega automaticamente
Cada acesso gera um registro com:
| campo | exemplo |
|---|---|
| timestamp | 2026-05-10 14:32:07 |
| colaborador | maria.silva@escritorio.com.br |
| sistema acessado | PJe – Tribunal Regional Federal |
| IP de origem | 189.6.112.44 |
| duração da sessão | 23 minutos |
Esses dados ficam disponíveis em relatórios filtráveis por período, colaborador, sistema ou tipo de acesso.
além da conformidade: inteligência operacional
Os relatórios de acesso também revelam padrões de uso que ajudam na gestão:
- quais sistemas são mais utilizados pelo time
- se há acessos fora do horário comercial
- se há tentativas de acesso a sistemas não autorizados
- quais colaboradores têm acessos que nunca utilizam
Estar preparado para uma auditoria não deveria ser um esforço extraordinário. Com a ferramenta certa, é o estado normal das coisas.
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