o ponto cego que todo gestor ignora
Quando um colaborador deixa o escritório, a prioridade costuma ser resolver questões trabalhistas e redistribuir tarefas. A revogação de acessos fica para depois — e muitas vezes não acontece. É um ponto cego que a maioria dos gestores só percebe quando já é tarde.
O resultado é previsível: ex-colaboradores mantêm acesso a emails corporativos, sistemas de processo eletrônico, contas bancárias e ao certificado digital do escritório. Em muitos casos, por meses. Não porque alguém decidiu manter — mas porque ninguém lembrou de revogar.
LGPD e a responsabilidade do escritório
A LGPD exige que o acesso a dados pessoais seja limitado a quem tem necessidade legítima. Um ex-colaborador, por definição, não tem mais essa necessidade. Manter o acesso ativo é uma violação que pode gerar sanções.
Em escritórios de advocacia, o risco é amplificado. O ex-colaborador pode ter tido acesso a:
- processos sigilosos de clientes
- dados financeiros e patrimoniais
- estratégias processuais confidenciais
Se essas informações forem acessadas após o desligamento, as consequências podem ser devastadoras — inclusive para a relação com os clientes.
a solução: offboarding em um clique
A solução é centralizar todos os acessos em uma plataforma. Quando o colaborador é desligado, o administrador desativa o perfil e todos os acessos são revogados simultaneamente. Não é preciso lembrar de cada sistema, cada senha, cada certificado. Um clique resolve tudo.
O offboarding seguro não é um luxo. O custo de implementar é infinitamente menor do que o custo de remediar um vazamento.
receba conteúdos como este.
artigos sobre IAM, PAM, LGPD e operações de segurança - direto na sua caixa.