um cenário improvisado, um risco real
O PJe e outros sistemas de tribunais são ferramentas críticas para escritórios de advocacia. Mas a forma como a maioria dos escritórios gerencia o acesso a esses sistemas é, na melhor das hipóteses, improvisada. Na pior, é um risco concreto para a segurança dos processos e dos clientes.
os três erros mais comuns
1. credencial compartilhada entre advogados
O erro mais comum é compartilhar uma única credencial entre vários advogados. Isso elimina qualquer possibilidade de rastreamento: se algo der errado — uma petição protocolada com erro, um prazo perdido, um acesso indevido — não há como saber quem acessou o sistema. A responsabilidade fica difusa e incontrolável.
2. certificados vencidos sem aviso
Sem um sistema de gestão, a renovação depende de lembretes informais — um post-it na tela, um lembrete no celular. Invariavelmente, alguém descobre que o certificado venceu no meio de um prazo fatal.
3. ausência total de auditoria
Sem registros de acesso, o escritório não consegue comprovar quem fez o quê em caso de contestação ou investigação disciplinar. Em um cenário onde a OAB pode exigir comprovação de quem acessou um processo, não ter logs é indefensável.
o problema da multiplicidade de sistemas
PJe, e-SAJ, PROJUDI, e-Proc, TJDFT — cada tribunal tem seu sistema, cada um com credenciais diferentes. Gerenciar tudo isso manualmente é um convite ao caos.
como resolver de uma vez
Implementar uma gestão centralizada resolve todos esses problemas simultaneamente:
- cada advogado tem seu próprio acesso individual e rastreável
- certificados são monitorados e alertas de vencimento são automáticos
- todos os acessos ficam registrados com data, hora e IP de origem
- o escritório tem visibilidade total sobre quem acessa o quê e quando
receba conteúdos como este.
artigos sobre IAM, PAM, LGPD e operações de segurança - direto na sua caixa.